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terça-feira, 31 de março de 2020

TBC | Papá, Por Favor, Apanha-me A Lua, de Eric Carle


O mês de Março foi marcado com o aparecimento do (temível O.O) Coronavirus, que nos obrigou a uma quarentena forçada, mas também foi o mês do Dia do Pai e de mais um tema do The Bibliophile Club: livros infantis e/ou infanto-juvenis.

De forma a juntar o útil ao agradável, e como existe na literatura infantil uma panóplia de possibilidades sobre o tema, decidi assinalar aqui o Dia do Pai, escolhendo o livro “Papá, Por Favor, Apanha-me A Lua”, um livro infantil de Eric Carle que, resumidamente, fala de um pai que se esforça por realizar o sonho da sua menina, que é brincar com a Lua. 

Curiosamente, conheci este livro durante as comemorações do Dia do Pai na sala onde me encontrava a estagiar, no primeiro ano do mestrado e apaixonei-me imediatamente, não só pela história, que é encantadora, mas também  pelas várias possibilidades lúdicas e pedagógicas que oferece.

Entre outras coisas, o livro oferece um jogo de tamanhos e direções, em páginas que se desdobram em vários sentidos, à medida que a história se vai desenrolando. Para além disso, também introduz às crianças uma temática que, por vezes, pode ser intrigante para elas, as fases da Lua.

Esta é também uma excelente opção para explorar com as crianças, nesta altura complicada em que não se sabe muito bem o que fazer com elas; a partir da leitura do livro podem fazer-se uma série de atividades e/ou projetos, sobre as fases da lua, por exemplo.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Filme | Klaus


Ultimamente tenho-me deparado com pessoas que acham que os filmes de animação são para as crianças e não para os adultos, o que eu descordo totalmente. Um adulto não é menos adulto só porque vê e gosta de filmes de animação, apenas gosta de se conectar com a sua criança interior de vez em quando.

Eu sou um desses adultos. Tenho 23 anos, mas ainda vibro, choro e divirto-me com um bom filme de animação, e não tenho vergonha nenhuma de admiti-lo, até porque considero que existem certos filmes deste género que devem ser mesmo vistos pelos adultos, pois transmitem mensagens extremamente importantes e que devem ser interiorizadas e praticadas tanto pelos adultos como pelas crianças. Como é o caso do filme de que vos venho falar hoje, o Klaus.

Eu já tinha visto este filme nas sugestões da Netflix, mas não me tinha despertado muito a atenção, mas depois li a publicação que a Inês, do blog Bobby Pins, escreveu sobre ele e soube imediatamente que tinha de o ver, desse por onde desse.

Vi-o ainda antes do Natal e pretendia falar dele aqui nessa altura, mas não consegui… Contudo, faz-me sentido falar dele agora, pois, apesar de este ser um filme alusivo ao Natal, deve ser visto por miúdos e graúdos durante todo o ano, pelos valores extremamente importantes e atuais que devem ser transmitidos e que hoje em dia faltam a muita gente; e para além disso, está nomeado para o Oscar de melhor filme de animação!

De uma forma muito resumida, Klaus conta-nos como surgiram as cartas ao Pai Natal, o ternó e as renas, a fábrica dos brinquedos, o próprio Pai Natal e, no fundo, o Natal com toda a magia que  hoje conhecemos.

Curiosamente, tudo começa quando um aspirante a carteiro é obrigado a ir para uma ilha chamada Smeerenburg, onde vive a população mais infeliz e violenta de sempre, e faz parceria com um lenhador, que constrói brinquedos em madeira, recebendo e entregando as cartas das crianças da ilha e ajudando a entregar os pedidos, entrando pelas suas chaminés.

As crianças que antes eram tão infelizes quanto os pais, começam a encher as ruas de alegria e a fazer boas ações ao descobrirem que existe uma lista de crianças bem comportadas e outra para as mal comportadas. Contagiados pelos seus filhos, também os adultos começam a mudar de atitude e a retribuir os pequenos gestos aos seus vizinhos.

Assim, o grande ensinamento que se retira deste filme é que um ato sincero e generoso gera sempre outro, basta colocar as armas de lado (seja de que tipo forem) e começar a praticar um pouco mais de empatia, generosidade e sinceridade.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

The Bibliophile Club | A Saga das Pedras Mágicas, de Sandra Carvalho

Foto da minha autoria.
Após quase dois meses sem participar no The Bibliophile Club, achei que esta seria a altura perfeita para regressar, não só pelo tema deste mês, mas também pelos livros e pelas respetivas autoras que eu já aqui queria trazer há muito tempo.

Uma vez que este mês celebra-se o Dia do Autor Português, as criadoras do The Bibliophile Club (a Sofia, a Sónia e a Carolayne) decretaram que o tema deste mês seria, nada mais, nada menos que Autores Portugueses, e lançaram também um pequeno desafio, que consiste em refletir um pouco sobre os nossos autores portugueses preferidos.

Vou-vos ser muito sincera, não tenho muito o hábito de ler livros de autores portugueses, aliás, conta-se pelos dedos das mãos os autores portugueses que tenho na minha estante, e não é por não gostar do que é nacional, apenas não tem calhado.

De entre os poucos autores portugueses que tenho na minha estante, escolhi uma autora que já queria falar aqui há já algum tempo, que marcou os últimos anos da minha adolescência e reavivou um gosto pela leitura que eu pensava que tinha perdido na altura: a Sandra Carvalho, a mente que está por trás d’ A Saga das Pedras Mágicas. 

Conheci a Sandra e a sua saga no 10º ano, quando ela foi fazer a apresentação dos livros á minha escola. Fiquei extasiada a ouvi-la falar do seu percurso e do que a inspirou a escrever esta história incrível, e a partir do momento em que vi a capa e li a sinopse do primeiro livro, soube que tinha de o ter só para mim, desse por onde desse. E foi o que aconteceu, comprei o primeiro livro e tive o privilégio de o ter autografado pela autora. Foi o primeiro (e ultimo...) livro autografado que adquiri e foi o delírio total na altura.

Avançando agora para a história em si, A Saga das Pedras Mágicasretrata as aventuras de três gerações de mulheres, feiticeiras e sacerdotisas, que lutam para proteger as sete emblemáticas pedras mágicas contra as forças do mal e a magia negra. Ao mesmo tempo, vivem romances arrebatadores, com homens poderosos e encantadores, que sobrevivem a todas as adversidades e mais algumas ao longo de toda a saga.

Não me vou alongar muito mais no resumo da saga, porque também já não me lembro de muitos pormenores, já li os livro há alguns aninhos, mas posso-vos dizer que esta história é muito empolgante, desde a primeira página do primeiro livro, até à ultima página do oitavo e ultimo livro (sim, a saga tem cerca de oito volumes, cada um maior e melhor que outro). O enredo está de tal forma bem escrito que somos capazes mergulhar naquele mundo, como se estivéssemos mesmo lá a assistir a tudo. As personagens são únicas e pela maneira como são descritas até parecem reais. A descrição dos espaço e de toda a ação é extremamente arrebatadora, quase que conseguimos sentir os odores das florestas e brisa na pele, e o coração parece que pára em certas ocasiões da história.

Por isso, se gostam de literatura fantástica e ainda não conhecem a autora, esta é uma saga a não perder, prometo que não se vão arrepender.

Como o post já está um pouco longo, não vou falar do desafio hoje, mas fá-lo-ei, em principio, ainda esta semana.

Entretanto, digam-me, já tinham ouvido falar desta maravilhosa saga e da autora, Sandra Carvalho?

sexta-feira, 1 de março de 2019

The Bibliophile Club | Outlander

Finalmente publico a minha participação do The Bibliophile Club do mês de Fevereiro!

Deixei esta publicação mesmo para a ultima da hora, porque não fazia ideia que livro havia de escolher. O género literário do mês de Fevereiro, mês do amor e do Dia dos Namorados, foi Romance, que é só um dos meus géneros preferidos, o que quer dizer que tenho imensos livros do género, desde os romances clichê, young adult, até aqueles que se misturam com fantasia e um pouco de ação, o que dificultou em muito a minha escolha. 

Também pensei em comprar um livro novo para ler, mas como o livro que estou agora a ler é gigante e também não me dou muito bem a ler mais que um livro ao mesmo tempo, desisti da ideia e decidi falar aqui sobre um livro que já tinha lido. Depois de muito pensar e de olhar para a minha estante, achei que faria sentido falar não de um livro só mas sim sobre uma série de livros, nomeadamente da série Outlander, tendo em conta que estou agora a meio do quarto livro da série (o livro gigante de que vos falei no inicio do parágrafo).


Outlander, de Diana Gabaldon, conta a história de Claire, uma enfermeira do século XX, que vai passar a lua-de-mel à Escócia e acaba por ser transportada para um passado distante, mais propriamente para a Escócia do século XVIII, onde conhece o maravilhoso e hipnotizante guerreiro das Terras Altas, Jamie Fraser, com quem é obrigada a casar, por motivos de vida ou de morte. Deste casamento arranjado acabou por surgir um grande amor e uma paixão avassaladora, deixando Claire divida entre duas vidas e dois homens completamente distintos.

Antes de ler o primeiro livro, vi as primeiras três temporadas da série de televisão, por influencia da minha irmã mais velha, e há uns tempos a minha mãe ofereceu-me os primeiros dois livros. Se eu já estava completamente rendida á serie de televisão, sempre ansiosa pela chegada de uma nova temporada, ainda fiquei  mais maravilhada com os livros. 

A forma como a história está escrita torna a leitura extremamente viciante e as descrições das paisagens escocesas são tão precisas que damos por nós a ser transportados para dentro delas. Os livros são um pouco maiores que o normal, é verdade, e há quem ache que isso é uma fragilidade, mas eu não concordo nada, porque a partir do momento em que se tem o livro na mão e se começa a ler, torna-se muito difícil de largá-lo. Outra coisa que também achei muito interessante nestes livros, foi a facilidade com que a autora faz a ligação entre a ficção e os factos históricos, o que torna o enredo ainda mais rico e emocionante.

Se gostam de um bom romance histórico com um twist de fantasia, não podem perder esta maravilhosa série Outlander, e para quem já viu a série de televisão mas ainda não leu os livros, aconselho vivamente a lê-los mesmo assim, porque a história ainda é mais surpreendente e viciante com mais aventuras e descrições maravilhosas.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

5 filmes de amor para ver no dia dos namorados


Hoje é dia de São Valentim, o dia dos pombinhos, das declarações, das lamechices… Bom, no fundo é um dia como todos os outros, mas com amor a dobrar no ar e que até vale a pena ser celebrado. 

Há quem vá jantar fora, planeie uma escapadinha e leve a cara metade até um sitio romântico e há quem se deixe ficar em casa, enroscadinhos no sofá (ou na cama), a comer pipocas, batatas fritas ou outras gordices, enquanto vê uma boa maratona de filmes. 

Na minha opinião, não há melhores planos que estes, poupa-se dinheiro e ainda se passa um bom bocado com o/a mais que tudo. No caso de  estares solteira/o é uma excelente oportunidade para te resguardares das lamechices que andam por ai e simplesmente deprimir enquanto vês  uns filmes românticos.

E é exatamente a pensar em quem está solteiro que escrevo este post com algumas sugestões de filmes de amor excelentes para deprimir enquanto nos empanturramos de gordices.

Dia dos Namorados. Excelente para ver neste dia, pois mostra ambos os lados deste dia, de quem está apaixonado e comprometido, e de quem está solteiro e tem tendência a deprimir neste dia em particular.


Notting Hill. Um dos melhores clássicos que aqui partilho, que conta a história de um cidadão normal que se apaixona por uma atriz famosa de Hollywood.


You’ve got mail. Este é um dos meus clássicos preferidos, e é bastante atual, porque retrata um amor que se inicia pela Internet com uma troca constante de emails, o que acontece bastante hoje em dia com as redes sociais e as apps usadas para encontrar o amor. O que torna este filme ainda mais engraçado é que depois os protagonistas descobrem que afinal se conhecem e são rivais nos negócios.


O Amor está no Ar. Uma das minhas comédias românticas favoritas, mostra perfeitamente o poder do amor e do destino que insiste em juntar duas pessoas, neste caso Oliver (Ashton Kutcher) e Emily (Amanda Peet), que ao se conhecerem sentem uma faisca instantânea, mas insistem em pensar que não feitos um para o outro.


P.S. I Love You. É também um dos meus filmes favoritos deste género. Para além de mostrar paisagens fantásticas da Irlanda, também conta a comovente história de amor entre Holly e Gerry, que fica doente e acaba por morrer, deixando um conjunto de cartas que vão ajudar Holly a ultrapassar esta perda e dar um novo rumo á sua vida.


A lista era um pouco maior, mas achei que estas eram as escolhas mais apropriadas para partilhar com vocês neste dia.

Já viram alguns destes filmes?

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

O The Bibliophile Club, o Tema e o Livro de Janeiro



Este ano, e pela primeira vez em toda a minha vida, participo num clube literário, chamado The Bibliophile Club, um projeto criado pela Sónia do blogue By The Library, a Carolayne do blogue Imperium e a Sofia do blogue A Sofia World.

Quando se ouve falar num clube literário pensa-se logo no seu caráter restritivo, em que existe uma obra especifica para ler e se alguém não a tiver á mão tem de o ir comprar. Porém, o The Bibliophile Club é completamente diferente, pois, em vez das tais obras especificas, funciona por temas, diferentes todos os meses, dando total liberdade aos participantes para escolher o livro que querem ler.

Como ler é um dos meus passatempos favoritos e gostava de diversificar os meus géneros de leitura, achei interessante aderir  a este projeto, não só pelas razões pessoais que já referi, mas também por ser uma oportunidade de começar a partilhar aqui no cantinho uma das minhas grandes paixões, os livros.

Assim, o tema escolhido para o mês de Janeiro foi não-ficção e/ou auto-ajuda. Achei este tema muito apropriado para este que é o primeiro mês do ano, altura em que se começa a pensar em novos objetivos a conquistar neste novo ano e em alternativas para mudar de vida e, para isso, não há nada melhor que ter um livro inspirador para nos dar algum apoio.


O livro que escolhi, de acordo com este tema, foi “O Livro das Pequenas Revoluções”, de Elsa Punset. Falaram-me neste livro no ano passado e achei delicioso, não só pelas borboletas na capa, mas pelas "pequenas revoluções” que nos oferece. Estas “pequenas revoluções” consistem em 250 exercícios que têm o poder de mudar vidas, hábitos e formas de agir que não são tão benéficas para a nossa saúde, mental e física, para além disso também nos ajuda a mudar a nossa forma de pensar e a lidar melhor com as emoções.


No prólogo, Elsa Punset tem uma frase de Gandhi que achei muito interessante e extremamente certeira:
Cuida dos teus pensamentos, porque se tornarão palavras. Cuida das tuas palavras, porque se tornarão actos. Cuida dos teus actos, porque se tornarão os teus hábitos. Cuida dos teus hábitos, porque se tornarão o teu destino. (p. 17-18)
Há muitos pensamentos que ficam de tal maneira enraizados em nós que se tornam hábitos e tomam conta das nossas vidas sem sequer darmos conta, o mesmo acontece com as emoções. 

Neste sentido, a autora diz ainda: Hoje em dia (...) sabemos que o impacte de umas emoções e pensamentos bem cuidados é enorme na nossa vida. (P. 18). O que é extremamente verdade, os nossos pensamentos e emoções exercem um grande poder no nosso dia. Se tivermos pensamentos negativos quanto a alguma coisa que está para acontecer, estes têm o poder de os boicotar de alguma forma. Na mesma frase, Punset refere ainda que, se queremos melhorar qualquer área da nossa vida, devemos começar por mudar os nossos pensamentos e emoções mais negativos, para que essa melhoria na nossa vida se concretize. E é ai que entra esta compilação de pequenas revoluções. 

O livro está, então, divido em quatro blocos com uma variedade de exercícios que nos ajudam a acalmar e a relaxar, a ativar a mente e o corpo, a descansar e a desligar do que está á nossa volta, a dar a volta ás emoções negativas, a enfrentar os medos, e sobretudo a conhecer-nos a nós próprios mais profundamente.

Para ser sincera, ainda não tive oportunidade de experimentar todos os exercícios, mas há alguns que  pratico sempre que posso, como por exemplo, o exercício 6, que me ajudou a respirar da forma correta; o exercício 15, da musica para o optimismo, a que recorre frequentemente para me motivar em alguns momentos do dia; o exercício 41, da respiração completa, que me ajuda a abstrair dos pensamentos que me invadem antes de dormir. Para além destes que referi, recentemente também pus em prática o exercício 8, das automassagens reconfortantes, nomeadamente a massagem de cabeça que me ajudou a acalmar uma dor de cabeça.

Nunca fui muito dada a livros de auto-ajuda, mas quando me falaram deste, percebi que era especial e que me ia dar muita inspiração nos momentos em que eu precisasse, por isso comprei-o assim que pude e está até hoje na minha mesinha de cabeceira para quando precisar.

Se também estão a precisar de fazer alguma inspiração e mudança nas vossas vidas aconselho-vos vivamente a ler este livro.

Para terminar, deixo-vos mais uma frase do livro, para vos aguçar ainda mais a curiosidade:
A vida não é simples, porque não é feita à nossa medida pequena e subjectiva. Que desafio tão extraordinário é tentar abraçá-la e reconciliação-la inteira. (p.19)

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Christmas Playlist


Nem consigo acreditar que já passou praticamente um mês desde a ultima vez que aqui escrevi... Este ultimo mês foi de loucos, com alguns problemas familiares e mil e quinhentos trabalhos e apresentações, entre outras preocupações.

Mas não é sobre esse assunto que vos vou falar neste post, até porque já devem estar cansados(as) das minhas desculpas e promessas que acabo por nem sempre cumprir. Por isso, desta vez, vou já direta ao assunto e não vos vou roubar muito tempo.

Não sei se já repararam, mas estamos a 14 dias do Natal e o período de férias que acompanha esta quadra festiva também já se aproxima. No entanto, para mim (e para as outras pessoas que são estudantes universitárias), infelizmente, esses dias de férias estão camuflados por trabalhos e mais trabalhos.

Mas, como é que no meio de tanto trabalho e livro técnico, se consegue entrar no espirito natalício, perguntam vocês? Ora, é muito simples: se gostam de trabalhar com som de fundo, ouçam musicas de Natal, assim garantem que o espirito natalício não é perdido.

Para que não percam mais tempo, partilho aqui a minha Christmas Playlist infalível:



Gostaram destas minhas sugestões musicais natalícias? Qual é a vossa preferida?

Por hoje é tudo! 😜 Até já!! 😁

sábado, 24 de fevereiro de 2018

As 5 melhores musicas do mês de Fevereiro

À medida que fui crescendo, fui adquirindo um grande gosto pela musica, muito dele passado pela minha irmã, que deu a conhecer muitas das bandas que hoje são as minhas preferidas. Ouvir musica tornou-se o meu refugio nos momentos de mais stress aqui em casa e também da minha mente. É como um calmante para a mente e para o espírito.

Nestes últimos tempos adquiri o hábito de, sempre que posso, dar uma vista de olhos ao Youtube para ir conhecendo as novidades musicais que vão aparecendo ao longo do mês, procurando estar sempre a par das novidades das minhas bandas e cantores favoritos. Mas, ao longo desta busca, vou também conhecendo novas vozes e novas musicas que se vão juntando à minha playlist dos favoritos.

Por isso, no post de hoje decidi partilhar com vocês as novidades que mais gostei deste mês:

Wild Love - James Bay


O James Bay é um dos meus cantores preferidos, pelas musicas calmas e pela voz melodiosa que nos chega ao coração. À muito que estava à espera que aparece uma nova novidade dele, e quando apareceu, não desiludiu, apesar da nova sonoridade em que arriscou. 


Next to Me - Imagine Dragons


Esta é a minha banda favorita do momento. Já a conhecia e já tinha ouvido algumas das suas musicas, mas nunca me tinha debruçado sobre ela muito profundamente, e recentemente comecei a ouvir os dois últimos álbuns e fiquei completamente rendida. Nesta musica nova, a banda, definitivamente, não desiludiu, continuando com o meus ritmo e com a maravilhosa letra que arrebata o coração.

Only You - Parson James


Descobri esta musica por acaso, o nome chamou-me à atenção e resolvi experimentar. A voz é simplesmente maravilhosa, apesar das suas particularidades, e a letra, meu deus, parecia que era feita para mim, por isso fiquei completamente rendida.

Até Ao Fim - Agir ft. Diogo Piçarra

 

Para ser sincera nunca me identifiquei com a musica do Agir, mas quando soube que ele ia fazer uma parceria com o Diogo Piçarra, fiquei curiosa com o que dali iria resultar. Pareceu uma eternidade até sair a dita musica, mas quando saiu e finalmente a ouvi no mesmo dia, tocou-me imediatamente. Surpreendentemente, a junção da sonoridade de Agir e da sensual e maravilhosa voz de Diogo Piçarra, resultou muito bem, e só por isso mereceu imediatamente um lugar na minha playlist.

Friends - Marshmello & Anne-Marie


Esta ultima música, encontrei muito recentemente, mais propriamente hoje, enquanto fazia a selecção das musicas para o post. Achei esta musica muito divertida, pela letra e pelo carácter cómico dado pelo próprio video, por isso, decidi partilhá-la com vocês.

Conheciam alguma destas músicas? De qual gostaram mais?
Contem-me tudo nos comentários!
Boas leituras!! 😘

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

This Is Us


Hoje venho falar-vos sobre uma das minhas séries preferidas, o This Is Us.

Esta série retrata a vida de três irmãos, Kate, Kevin e Randall, que partilham a mesma data de nascimento com o seu pai, Jack. Kate e Kevin são filhos biológicos de Jack e Rebecca, enquanto Randall foi adoptado pelo casal após terem perdido o terceiro bebé da gravidez de trigêmeos durante o parto. Ao longo dos episódios, a história desta família vai sendo contada entre o presente e a infância destes três irmãos.

Para além de ter um elenco de luxo, o enredo também é bastante cativante, prendendo o espectador desde o primeiro segundo. Esta é também uma série muito comovente, pelas emoções que transmite, tão bem, através do televisor.

O que eu também achei bastante interesse nesta série é o facto de evocar assuntos bastante relevantes e polémicos na nossa sociedades, como a dependência do álcool ou os transtornos alimentares, como a obesidade e a bulimia.


Digam-me, já conheciam esta série, ou já tiveram oportunidade de ver algum episódio? Se não, ficaram com vontade de ver?

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

As 10 melhores músicas dos filmes das 50 Sombras de Grey


Nunca vi os filmes, mas a banda sonora sempre me inspirou muito, pelas melodias electrizantes, pelas letras que ficam no ouvido, pelas vozes que nos arrepiam o corpo, como se tivéssemos um Mr. Grey a tocar-nos deliciosamente na pele... Bom! Por essa razão, seleccionei as melhores, entre os três filmes, e compilei-as num fabuloso TOP 10.

Enjoy! ;-)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

A melhor série portuguesa de todos os tempos!

Hoje venho falar-vos sobre a melhor série de todos os tempos, que passa na RTP1, todas as segundas-feiras, por volta das 21h00 - o "Ministério do Tempo".

Esta série relata-nos as aventuras de três agentes do tempo, Tiago Silva, do séc. XXI, Afonso Mendes de Noronha, do séc. XV-XVI (se não estou em erro) e Amélia Carvalho, do séc. XIX; e mostra-nos aquele que é o maior segredo do Estado português, as portas do tempo, que dão passagem para as diferentes épocas da nossa história. A função do Ministério do Tempo é garantir que ninguém viaje até ao passado para mudar o presente. Por essa razão, são recrutados agentes provenientes de todas as épocas.

O que eu acho mais interessante nesta série é que todos os episódios abordam uma época diferente, trazendo personalidades importantes da nossa história, como Camões, Salazar, Alexandre Herculano, entre outros, que são hoje, intemporais. 


Vejam! Garanto que não se vão arrepender.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Top 5 - Os melhores filmes baseados em livros

Depois de muito pensar sobre qual seria o primeiro post nesta "nova fase" do Daisy's, decidi então fazer um top 5 dos melhores filmes que foram baseados em livros.

Em 20 anos de vida, já li muitos livros e já vi muitos filmes, e foi raro ver um filme a fazer jus a um grande livro. Mas os que eu inclui neste top são aqueles que conseguiram ser tão bons (ou quase tão bons) como os próprios livros.

Começando pelo fim, para ficar em 5º lugar, escolhi o Cidades de Papel, de John Green. 


Considerei este filme o 5º melhor, pela simples razão de que os outros quatro são bem melhores que este. Não estou a dizer que este não é bom, só achei que não fez totalmente jus à história original. Em primeiro lugar, acho que não fez sentido nenhum a namorada do Radar ir também na viagem em busca da Margo; ela nem sequer fez parte das investigações desde o inicio; e em segundo, faltou-lhe o caráter divertido que vemos refletido no livro, o que acabou por deixar o filme um pouco seco. 

Em 4º lugar ficou mais um filme baseado num livro de John Green, A Culpa é das Estrelas, que por acaso passou na televisão à pouco tempo.


Devo dizer que, assim que ouvi falar nesta história, fiquei logo ansiosa por comprar o livro, e quando o comprei, não desiludiu. Cativou-me desde a primeira palavra até à ultima, e quando terminou, fiquei com um enorme vazio no peito. Foi comovente e ao mesmo tempo divertido, e foi interessante ver o amor lado a lado com a morte.

E ver o filme não foi muito diferente. Apesar de também não estar muito parecido com o livro, acho que conseguiu desencadear exatamente os mesmos sentimentos que o livro. É verdade que o filme não tem necessariamente de ser igualzinho ao livro, mas, no meu ponto de viste, e em certas histórias que passaram a filme, não corre muito bem substituir certos acontecimentos por outros que não têm nada a ver com o original. Neste caso, acho que não podia ter corrido melhor. Um exemplo: no filme, Hazel discursa no funeral de Gus, mas no livro, ela apenas assiste ao funeral e no fim chegasse perto da urna onde ele se contra, dá-lhe um beijo na face e "fala" um pouco com ele. Comparando um e outro, sem duvida que ela discursar tem muito mais significado.

No 3º lugar encontrasse uma história de Nicholas Sparks, A Melodia do Adeus. 


Mais um filme que apesar de não estar totalmente parecido ao livro, é simplesmente magnifico. Não tem os pontos todos do livro, mas mesmo assim, creio que tem o essencial, e acho que a belíssima banda sonora acaba por preencher esses pontos em falta. 

A ocupar o 2º lugar está mais uma obra de Nicholas Sparks, Uma Escolha por Amor.


Esta foi outra história que deixou um grande vazio quando terminou. É simplesmente sublime a forma como ele descreve o originar deste amor e depois cria toda uma trama à volta dele que é simplesmente de cortar a respiração. Este filme conquistou o 2º lugar, exatamente por causa disso, é de cortar a respiração desde o principio até ao fim, recreando certos acontecimentos que até consegue ser melhor que os que se lêem no livro.

E no glorioso 1º lugar está mais uma história do magnifico Nicholas Sparks, Uma Vida ao Teu Lado. 


Chegámos então ao que eu acho o melhor dos melhores, pela simples razão de que conseguiu captar exatamente aquilo que é a essência do livro, mostrando muito bem o que acontece no livro.

É só ler e ver para crer! ;-)

Boas leituras!! 

 
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