quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Desafio 1+3 | Medo

A morte, a minha e a dos meus, é o medo que mais me aterroriza neste mundo. E aterroriza-me ainda mais o facto de poder acontecer a qualquer momento. Eu tenho a perfeita noção de que este é o rumo natural das coisas, mas não deixa de ser assustador. Saber que a morte pode chegar a qualquer momento, é ainda mais aterrorizador.

Estou a abordar este tema em primeiro lugar, porque este é o medo que tem estado mais presente na minha cabeça ultimamente. Há pouco mais de um mês, a morte levou a minha avó materna, que cuidou de mim durante toda a minha infância. O meu medo da morte concretizou-se, pela primeira vez. Eu sabia que algo assim estava na iminência de acontecer. A minha avó já estava velhinha e estava no hospital a lutar pela vida á duas semanas e já estava a sofrer muito, por isso, a morte dela foi pelo melhor, pois acabou com todo o sofrimento, dela e nosso. 

Os momentos depois de receber a noticia foram os que mais me custaram. A primeira vez que a vi dentro do caixão foi um choque tremendo. Foi o momento em que a ficha caiu e a realidade me atravessou. A minha querida avó tinha morrido e eu nunca mais a iria ver, nunca mais a iria abraçar. O funeral foi o ponto final de todo aquele sofrimento. A despedida final custou horrores. Nunca tinha chorado tanto em toda a minha vida. Quando tudo acabou, veio a paz, juntamente com um vazio enorme no coração e na alma, e uma saudade, que por vezes é quase insuportável.

Todos estes acontecimentos avivaram ainda mais este meu medo da morte, principalmente porque ainda tenho mais três avós que não estão a ir para novos e que, mais tarde ou mais cedo, vão ter o mesmo destino. Como já referi esta é a ordem natural das coisas, mas agora que tive um vislumbre do sofrimento que causa, ainda fiquei mais aterrorizada com a iminência de passar por isso outra vez.


segunda-feira, 6 de agosto de 2018

5 personagens favoritas das Navegantes de Lua


Ao que parece, hoje é o Dia Internacional da Sailor Moon, não sei bem porquê, mas estou a adorar a ideia. As Navegantes da Lua são os desenhos animados que mais marcaram a minha infância, e por isso eu não podia deixar de assinalar este dia aqui no blog. E vou fazê-lo, partilhando com vocês as minhas personagens favoritas da série. Espero que gostem! ^^

domingo, 5 de agosto de 2018

Desafio 1+3


Amor próprio, autoconhecimento, auto-confiança, auto-valorização... Os grande pilares, essenciais, na convivência connosco próprios e também com os que nos rodeiam. Para nos darmos aos outros e conhecermos pessoas diferentes, primeiro precisamos de conhecer-nos a nós próprios, exterior e interiormente, ter consciência dos nossos valores, dos nossos defeitos, das nossas qualidades, para que possamos defender-los com unhas e dentes. Mas para isso precisamos de refletir e falar sobre eles, o que implica olharmos para dentro e deparar-nos com coisas que muitas vezes não queremos e são demasiado complicadas e difíceis de lidar, o que é um exercício muito complicado de se fazer, falo por mim.

O Desafio 1+3, criado pela Carolina, do blog Thirteen, representa um desses exercícios, pois obriga-nos a olhar para nós próprios, para o nosso interior, e refletir sobre o que temos de melhor e de pior, no que já conquistámos, no que ainda temos para conquistar, nos nossos medos, nas nossas falhas, e tomar consciência de que tudo isso faz parte de nós e faz de nós pessoas únicas, e assim desenvolvermos o tal amor próprio e a auto-valorização.

Se estão numa altura da vossa vida em que questionam tudo o que fazem, o que pensam e o que são, ou estão com dificuldades em reconhecer o vosso valor, façam como eu, participem neste desafio e desafiem-se a vocês próprios, prometo que não se vão arrepender. Só têm de enviar um e-mail para  carolina@thirteen.pt.

P.s.: Desculpem o desaparecimento... Durante esta semana explico tudo.

sábado, 2 de junho de 2018

Neste ultimo mês, deixei o Daisy's um pouco abandonado, mas foi por boas razões.

Em maio começou a contagem decrescente para o fim do primeiro ano do mestrado, com um período de estágio mais intensivo e a consequente elaboração de 324 trabalhos que nunca mais acabam, não me restando muito tempo para me dedicar a outras coisas. Por isso, decidi na altura que seria melhor deixar o blog em stand by e dedicar-me exclusivamente aos trabalhos que tinha (e ainda tenho...) em mãos.

Agora, só já me resta mais uma semana, para terminar e entregar os trabalhos que me faltam, e depois ficarei livre para finalmente me voltar a dedicar ao blog. Prometo grandes novidades para o meu regresso, com posts novos sobre assuntos novos e velhos, vou também contar-vos um pouco sobre a minha experiência no estágio que fiz agora em jardim de infância, e muito, muito mais.

Por isso, estejam atentos, que a partir do dia 11 de junho as novidades vão começar a chegar. 😉


segunda-feira, 23 de abril de 2018

Ah...! Os livros...!


Ah...! Os livros...! A maravilhosa forma de viajar por mundos fantásticos e neles nos aventurarmos, na pele de outras pessoas, sem sairmos do mesmo lugar. Para mim esta é a melhor forma que eu encontro para fugir de mim mesma quando tudo fica complicado e difícil de lidar. Há lá coisa melhor do que nos embrenharmos num livro e esquecermos tudo?

Os livros são um porto de abrigo que nunca nos deixa ficar mal. Nunca desaparece, por mais que os deixemos de lado por uns tempos, estão sempre lá quando mais precisamos. São os nossos eternos amigos e companheiros. Fazem-nos chorar e rir ao mesmo tempo. São apaixonantes, envolventes, desconcertantes e irritantes de tão maravilhosos e belos que são.

Assim são os livros, os melhores refúgios para a alma e para o coração...

Feliz Dia Mundial do Livro!

quarta-feira, 4 de abril de 2018

A Profissão da Minha Vida


Há 5 anos atrás, a minha cabeça dava voltas e voltas e pensava: "O que é que eu quero seguir? Qual é profissão da minha vida?". 

A minha irmã, por exemplo, toda a sua vida sonhou em ser professora, e quando foi a altura de escolher o curso que iria seguir, ela sabia exatamente o que queria escolher, e escolheu, sem hesitações nem incertezas.

Em contrapartida, para mim, o momento da escolha foi angustiante, porque eu não sabia o que queria ser, e o que eu escolhesse, tinha receio de que não fosse o mais acertado, podendo vir a arrepender-me e acabar a viver infeliz, a trabalhar em algo que não me diz nada, a vida toda.

Bom, eu no fundo até sabia o que queria, só não o queria admitir porque sabia que não me sustentaria  para sempre se o seguisse. Todas as minhas brincadeiras de infância se resumiam a criar e imaginar novelas cujas personagens eram as minhas bonecas e, há medida que fui crescendo, comecei a ter a necessidade de as colocar no papel. Assim, descobri uma das minhas grandes paixões, escrever, criar, imaginar; e um dia publicar uma história criada por mim, tornou-se o meu sonho.

Ser escritora a tempo inteiro é o que eu sempre sonhei, mas tinha noção que talvez não fosse possível viver só disso, então, continuei a minha busca pela profissão da minha vida. 

Um dia, agarrei num dos livros de histórias infantis que a minha irmã tem no quarto e comecei a ler sozinha, em voz alta; fazia as entoações, dava vozes diferentes às personagens; e a minha mãe a ouvir-me, sem eu dar por ela. Quando acabei aquela leitura, a minha mãe falou, denunciando a sua presença: "Filha, tu tens tanto jeito para ler essas histórias às crianças, já pensaste em tirar o curso de educadora de infância?"

Foi aqui que se deu o click na minha cabeça; olhei para dentro de mim e comecei a ver características da minha personalidade que me fariam encaixar muito bem como educadora de infância e pensei "É isto! Esta é a profissão da minha vida."

Segui então para a licenciatura em Educação Básica, e aí todas as incertezas me invadiram: Será que é mesmo isto que quero para mim? Será que trabalhar com crianças é a minha vocação? Estas e outras duvidas acompanharam-me durante praticamente toda a licenciatura, acompanhadas por uma desmotivação tremenda, porque o que eu estava a estudar naquele momento, nada tinha a ver com o que eu queria; eu queria ser educadora de infância, não professora de 1.º ou 2.º Ciclo.

Foi no 3.º ano, quando cheguei finalmente ao estágio de jardim de infância, que tive finalmente a certeza que era isto que queria fazer para o resto da minha vida. 

Hoje, estou finalmente no mestrado, e estou finalmente a estudar para ser aquilo que realmente quero ser, Educadora de Infância.

Para os jovens que estão agora a pensar no que querem seguir daqui para frente e não sabem ainda para onde devem ir, tenham calma, não desistam; pesquisem, olhem para dentro de vocês e reflictam sobre as vossas qualidades e capacidades, e aí, garanto-vos, vão encontrar a escolha certa. 😉

quinta-feira, 15 de março de 2018

5 sinais de que estás perdidamente apaixonada por ele


Afinal, o que é estar apaixonado? O que é o amor? 

Há quem diga que só se sabe o verdadeiro significado do amor, quando o vivemos realmente, quando estamos apaixonados. Mas, o que é isto de estar apaixonado?

Existem alguns sinais que podem realmente significar que estamos apaixonados, como o coração acelerado, as tais borboletas na barriga, as mãos ligeiramente suadas, entre outros, que estão, supostamente, cientificamente comprovados. 

Estes nem sempre são iguais para toda a gente, podem manifestar-se com mais ou menos intensidade, sendo, por vezes pouco evidentes. Por essa razão, muitas pessoas nem se apercebem que estão apaixonadas, por vezes desperdiçando a oportunidade de uma vida, para ser feliz.

Não paras de pensar nele nem por um segundo. A todo o momento aparece qualquer coisa que te faz dele, uma fotografia do Instagram ou do Facebook, uma frase que tenhas lido, qualquer coisa que te tenham dito, um sitio por onde tenhas passado. Às vezes dás por ti a pensar nos vossos momentos juntos, nos seus belos traços faciais, nas suas mãos a passear pelo teu corpo...  

O teu coração dispara sempre que o telemóvel vibra/toca. Estás sempre à espera que ele te mande uma mensagem ou que te ligue, por isso, quando teu telemóvel vibra/toca, o teu coração começa a bater a galope, só de pensar que pode ser ele.

Todas as musicas que ouves fazem-te pensar nele e nos vossos momentos juntos. Muitos casais têm uma musica em particular que partilharam num certo momento e que lhes faz lembrar um do outro, mas para ti, praticamente todas as musicas que ouves te fazem lembrar dele, umas que ouviram juntos e outras que inexplicavelmente retratam perfeitamente a vossa relação.  

Quando o dia, ou alguma coisa na tua vida, corre mal, ele é a primeira pessoa com quem queres falar. Quando algo te corre mal só pensas em estar perto dele, desabar com ele e receber o seu carinho e compreensão. Ele sabem sempre o que te dizer ou fazer para te animar. Perto dele nunca ficas triste porque ele faz de tudo para te fazer sorrir ou dar uma gargalhada. Os seus abraços são milagrosos, têm o poder de revitalizar a tua mente e o teu espírito.

Sem ele, parece que nada faz sentido. Às vezes parece que o mundo, tudo o que está à tua volta, só faz sentido se estiveres com ele. Tudo parece brilhar mais quando estás perto dele.
 
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